Contos - O Anão Apressado  

Posted by Diego Erik in

O anão apressado

Se existe uma coisa que nós, anões, gostamos de fazer em nossas vidas é contar histórias.

Sim, histórias, e não somos acostumados a realizarem como os humanos estranhos das terras que eles alegam serem civilizadas, com aquelas aglomerados de pedras e barro, que eles constroem aleatoriamente e depois tentam, de forma estranha e até mesmo engraçada, chamar de aquilo de civilização, com uma denominação para a junção daquelas coisas ou construções, seja lá como eles chamam, de vilarejo.

Não, não. Nós não somos assim. Somos anões, os bons e velhos anões, um dos seres mais antigos a povoar este mundo e com certeza o que possui melhor bom senso em construção de todo o continente, senão disser de todo este mundo estanho no qual nós vivemos.

Sim, sim. Nós anões somos os melhores em construções e nisto ninguém pode negar, nem mesmo os senhores “engomadinhos” elfos, os quais alegam em vão serem os senhores do conhecimento e um dos seres mais velhos a pisar neste mundo, o que eu novamente insisto em disser, tratar-se da maior das maiores mentiras, pois como todos nós sabemos, fomos nós, anões, os primeiros seres a defender este mundo de qualquer outra criatura que aqui veio a pisar anteriormente.

Mas não estou aqui para falar sobre nossas espetaculares construções, em saber como nós somos capazes de cortar uma pedra e trabalhá-la perfeitamente para que seja encaixada em uma parede, sem que ninguém perceba um erro sequer no corte ou na construção. Não senhores, eu não estou aqui para falar disto.

Não estou aqui também para discutir com nenhum elfo sobre suas construções idiotas, ou sobre suas “frescuras”, de como levar seiscentos anos para construir uma espada, e depois de pronta, não gostar dela e trocar o modelo por outra, destruindo a anterior. Nem para falar também sobre a ideia dos elfos de construir casas sobre árvores. Quem em sã consciência construiria uma casa sobre uma árvore, é algo tão louco que somente um elfo pode imaginar algo assim.

Eu estou aqui senhores, ao redor desta fogueira, a qual está sendo alimentada das lenhas de um grande carvalho, que foi plantado a muito tempo por algum de meus antepassados, que o fez em amor a grande mãe terra e aos demais seres vivos, com o provável intuito de servir sombra a aqueles que precisassem e hoje, muitos e muitos anos depois, quando o velho carvalho não tivesse mais força para conseguir sobreviver, para aí sim ser cortado pelo fio do machado que herdei de meu velho pai e servir de lenha para esta fogueira na qual nos sentamos ao redor.

E nos sentamos ao redor desta fogueira para que eu lhes conte uma história, não tão velha, mas uma história que deve ser guardada e passada de geração em geração entre nossos irmãos, pois esta história que irei lhes contar é a história de Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho, o qual lutou e morreu para salvar nosso clã de uma investida implacável e impiedosa realizada por seres das profundezas, seres estes que preenchem os pesadelos das crianças e de muitos adultos, os famosos, temíveis e desprezíveis Drows, ou também conhecidos e assim chamados por seus parentes distantes, entretanto com muitas das suas características, como sendo os Elfos das Sombras.

Antes, no entanto, de iniciar o épico sobre a batalha em que Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho, eu necessito dar um gole nesta grande caneca de cerveja, artesanalmente produzida em nosso clã e a muitas gerações saboreadas por nossos ascendentes e descendentes. A cerveja feita do mais puro malte encontrado nas profundezas das cavernas, onde alguns riachos correm e matam a sede daqueles que na região vivem.

Um bom gole de cerveja depois...

Bom, agora sim eu posso iniciar a história para vocês, jovens crianças. Conforme anteriormente eu expliquei, trata-se da história de Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho. Este herói foi e sempre será lembrado como aquele que lutou bravamente, durante vários dias e noites, sozinho, armado somente com o martelo forjado pelo pai de seu pai contra uma investida implacável e impiedosa dos desprezíveis Drows.

A história tem início no quarto dia do início do inverno. Os dias daquele ano haviam sido particularmente bons para nós do clã Curva do Rio da Gruta Escura, pois apesar dos grandes terremotos que surgiram e perduraram por muito e muito tempo, o grande rio que sempre sustentou nossa cidade e nos manteve geração após geração alimentada e sem sede, o rio que nós acreditamos ser a dádiva do próprio Moradin e que se trata de seu presente para nosso sustento, não secou e sequer teve seu curso alterado.

Seria algo que vocês, crianças da nova geração, não consigam entender, mas que para nós tal fato teve uma grande repercussão e que foi até questionado no grande conselho a migração de nosso clã da Curva do Rio da Gruta Escura para outro lugar.

Para vocês terem ideia, o responsável pelos tremores que perduraram durante muitos e muitos dias, meses e até anos depois foi a queda em nosso continente de uma estrela negra, que os viajantes dizem, rompeu o chão ao norte e engoliu um grande espaço de terra, onde foi criado um mar inteiro e que vocês, com a benção de Moradin, poderão um dia partir em viagem e conhecer, mas que eu não perderei muito de meu tempo explicando.

Os viajantes que cruzavam nossas terras e os comerciantes que mantinham contato com os guardas da superfície, olhos de nossos olhos e guardiões de nossas entradas, informavam que chuvas e mais chuvas de intermináveis cristais caiam sobre a terra, matando e destruindo a civilização mal planejada e construída por estes que não somos nós, anões.

Se não bastasse isto, aqueles que mantinham contato com os guardas da superfície, olhos de nossos olhos e guardiões de nossas entradas, falaram durante muito tempo, talvez anos, senão até mesmo uma década, que a superfície de nosso planeta ficou coberta por nuvens que não permitiam sequer a entrada de luz para as plantações daqueles que necessitavam. Além disto, diziam ainda os viajantes que sempre chovia, mas junto com a água que caia dos céus, cinzas eram carregadas e queimavam tudo aquilo que permaneciam.

Muitos dos seres da superfície pereceram naquelas chuvas, criando assim desgraça e desunião por aqueles povos descivilizados. E acreditem ou não, crianças, muitos aproveitavam aquela situação para fazerem escaramuças de guerras e tomarem territórios de nações ou países até então aliados e vizinhos.

São estes povos, acreditem vocês, que vivem na superfície e abaixo dela. Diferente de nós, anões, estes povos procuram fazer guerra entre si, causando morte e destruição para aqueles que vivem próximos. Eles não são capazes de perceber que isto pode acabar com a sua existência, como a de muitos outros, pois sua ganância desenfreada causa arrepios a qualquer ser com um bom senso de discernimento entre o certo e o errado. E isto, isto eu posso afirmar a vocês que o povo da superfície, e o que vive abaixo de nós também, muitas vezes não tem a capacidade de compreender.

No entanto, conforme eu contava a vocês sobre o épico de Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho, tratava-se do quarto dia após o início do inverno daquele ano de grandes tremores e terremotos, que diziam os viajantes e comerciantes da superfície aos nossos guardas da superfície, olhos de nossos olhos e guardiões de nossas entradas serem causados pela queda de uma estrela negra do céu.

O rio, que manteve o curso e sequer diminuiu um milímetro durante o período dos tremores, começou a apresentar cores e traços que nós não estávamos acostumados. Uma ou duas pessoas amanheceram mortas nas proximidades do rio, que foi interditado e proibido o consumo de qualquer quantidade de água até a resolução do motivo das mortes daquelas pessoas. E felizmente, ou infelizmente, nossos médicos e curandeiros chegaram a uma conclusão do que levou aquelas pessoas até a morte. Poderia parecer óbvio para alguns, mas ninguém sabia ao certo, pois suposições não podem ser provadas, senão tão somente arguidas, e como vocês sabem, não possuem poder probatório nenhum.

A conclusão que eles chegaram foi de que o rio havia sido envenenado. É como eu disse anteriormente, poderia parecer óbvio para muitos, mas nada passará de suposições até as palavras dos médicos competentes comprovarem isto. Isto trouxe inúmeras surpresas para os membros do clã Curva do Rio da Gruta Escura, pois aquele rio alimentou e supriu a sede dos membros do clã durante gerações e gerações, além de ter resistido a vários tremores e terremotos advindos, conforme informação de comerciantes e viajantes que mantinham contato com os guardas da superfície, olhos de nossos olhos e guardiões de nossas entradas, da queda de uma estrela negra do céu, e agora, depois disto ele estava envenenando aqueles que dele sobreviveram durante tantos anos.

Era claro que algo estava errado, não era possível simplesmente o Rio da Gruta Escura, envenenar aqueles que dele dependiam, não depois de tantos anos. Foi por este motivo que um pequeno grupo, formado por não mais do que cinco heróis e membros de nosso clã, ofereceu-se para investigar e trazer uma solução para os problemas que estavam advindos do envenenamento da água. Enquanto isto, os médicos do clã Curva do Rio da Gruta Escura ficariam ali e iriam procurar uma solução para as pessoas que apresentavam sintoma de envenenamento, além de evitar também que qualquer outro desavisado viesse a ingerir aquela água envenenada.

Este grupo era formado por três dos grandes heróis de nosso clã:

O líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho.

Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura, filha de Grosti, o cozinheiro, aquele que fornecia os melhores e mais macios pães já comidos e cozinhados nos fogões do clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Andaleria, senhora e dona de lar, a qual manteve um casamento com data de encerramento com Grosti o cozinheiro, aquele que fornecia os melhores e mais macios pães já comidos e cozinhados nos fogões do clã Curva do Rio da Gruta Escura e aquela que por decisão própria, mesmo após o encerramento do casamento, decidiu manter a relação com Grosti.

Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto, filho de Prutoq, o capitão do posto avançado dos Guardas da Superfície, olhos de nossos olhos e guardiões de nossas entradas e filho de Andália, aquela que foi deixada para morrer pelos seus pais e que não sabe sua descendência, o que não era realmente relevante, pois era mãe e genitora do grande herói Tordrek, o escudeiro de Moradin.

E estes foram os heróis que partiram, minhas pequenas crianças, partiram para investigar os motivos que levaram ao envenenamento do rio da Gruta Escura. Guerreiros e heróis que decidiram de própria vontade, perante aqueles que estavam a padecer do envenenamento, decidiram subir o rio e dirigir-se ao fim da grande gruta, aquela na qual estava instalado o clã Curva do Rio da Gruta Escura.

Só para que vocês saibam, pequenas crianças, todos os meses dois ou três grupos de guardas partiam para verificar as imediações da grande caverna que protegia a cabeça dos membros do clã Curva do Rio da Gruta Escura. Entretanto, como era de se prever, todas as vezes eles retornavam informando que a caverna estava segura, e que nenhum orifício dando para qualquer lugar que fosse havia se aberto, e assim foi feito durante inúmeras gerações, meses após meses.

No entanto, devido os tremidos de terras e aos terremotos dos últimos meses, o conselho do clã Curva do Rio da Gruta Escura decidiu que nenhum homem, mulher, criança ou animal deveria passar além dos limites do território, pois corria o grave risco de sofrer acidentes durante qualquer que fosse o descoramento, que se tornava comum naqueles dias.

Lógico que a qualidade das construções anãs permitiam a segurança do clã Curva do Rio da Gruta Escura, pois as construções eram feitas por anões, não por elfos, não por humanos ou qualquer outro povo, e como todos sabem, os anões são capazes de construírem as melhores construções e edificações de todas, pois nós somos anões, e a qualidade anã é inegável.

Mas, como ninguém vasculhava aquelas regiões, as suspeitas de nossos três heróis é de que alguma coisa poderia ter aberto caminho, e a gruta onde estava localizado o clã Curva do Rio da Gruta Escura poderia estar tendo outra entrada, desconhecida até então pelos membros e que poderia ter sido aberta durante os tremores e terremotos.

Sabendo disto, o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel decidiu que levaria bombas, para explodir o que pudesse existir lá, e levar consigo o que quer que estivesse matando nossas crianças, nossos anciões e qualquer outro debilitado e incapaz de resistir aos envenenamentos que a água trazia.

O ancião, que contava a história retira e mostra uma bomba de construção anã para aqueles jovens ali sentados escutando a história. Todos olham e admiram o objeto com fascinação.

Esta, meus jovens, esta é uma bomba de construção tipicamente anã. Alguns tolos dizem que os Kobolds constroem bombas mais eficientes, outros que os goblins são os verdadeiros mestres nestas construções. E eu digo, tudo isto não passa da mais pura blasfêmia, todos sabem que as melhores bombas, as mais eficientes, belas, robustas, resolutas e, não sei se eu já disse eficientes bombas são as bombas anãs.

Elas não são tão instáveis quanto às bombas Kobolds, as quais nem as próprias e incompetentes criaturas são capazes de utilizar se causar a própria morte. Além disto, estas bombas contém um pavio muito curto, não seguem um padrão de qualidade e os Kobolds e qualquer outro tolo o suficiente para comprar uma bomba destas, vivem morrendo por não saberem utilizar esta bomba.

As bombas Goblins não ficam tão atrás das bombas dos Kobolds. Só que a diferença entre elas é que eu realmente não imagino como aquelas criaturas horrendas e estranhas conseguem, de uma pilha de lixo, construir aquelas bombas bizarras, as quais eu não tenho a menor ideia de como funcionam, pois não seguem nenhum padrão razoável de qualidade.

As bombas anãs são as boas, elas são tão boas que algumas delas, somente algumas, digamos cinco ou seis são as únicas capazes de destruir uma construção anã, pois é lógico que a única coisa que destrói uma construção anã é outra construção anã, e isto é o raciocínio correto crianças.

E foi com seis desta que o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, partiu com seu grupo, composto por Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e por Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto em direção ao até então desconhecido.

E assim foi, durante dias e dias eles seguiram o rio acima, em direção à caverna parcialmente desmoronada nas regiões da não existência de construções anãs para segurar as paredes da velha gruta, até que eles chegaram a algo novo e surpreendentemente diferente. Eles chegaram a um acampamento Drow, que pelos cálculos de nossos heróis deveria estar ali a pouco tempo, entre três a seis meses.

Algum tempo depois nossos arquitetos e mestres de obra descobriram que alguns daqueles tremores e terremotos não eram tão somente da queda da grande estrela negra, que cobriu os céus com escuridão e morte, mas também de explosões que aqueles assassinos, traiçoeiros e ladrões dos Drows faziam para abrir caminho e fugirem do submundo, onde eles foram aprisionados para pagarem pelos seus pecados e morrerem sem sua dignidade, pelos crimes que cometeram.

E eis a surpresa do líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e por Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto, pois aquelas criaturas estavam envenenando o Rio da Gruta Escura, pois sabiam da existência de nosso clã abaixo no rio, e esta seria a melhor maneira de acabar conosco e chegar até a saída.

Isto era possível de se esperar de um grupo de Drows, pois todos nós sabemos que eles não são corajosos o suficiente para subirem e lutarem com honra e honestidade, como todo grande anão faz, não, não, sabemos que eles são covardes e traiçoeiros, tão covardes e traiçoeiros que se você deixar dois deles juntos, é perigoso que ambos amanheçam com a garganta cortada, um pela arma do outro, pois suas desonestidade é uma de suas maldições e castigo divino que os acompanha deste o sempre.

Por isto o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto sabiam o que deviam fazer.

Eles deviam acabar com aquele acampamento e matar todas aquelas criaturas, não sem antes destruir todo o veneno que eles tinham e desmoronar aquele ponto da caverna para que aqueles monstros não passassem dali em diante.

o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, partiu com seu grupo, composto por Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto foram então até o que parecia o estoque dos Drows, atacando-os e destruindo aquilo que tanto causava dor e sofrimento aos membros do clã, destruindo os estoques de veneno que ali estava.

Só que o ataque causou a ira dos traiçoeiros e amaldiçoados Drows, que começaram a atacar o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, a Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto, que tinham pouco tempo para armar as grandes bombas anãs, para então por fim ao terrível e destrutivo plano dos traiçoeiros e assassinos Drows.

E foi neste instante, minhas crianças, que o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, ordenou, com sua honra e título em jogo, Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto acionassem as bombas que eles espalharam e que não retornassem, de nenhum modo, pois ele ficaria ali e morreria para proteger seu clã, seu povo, e tudo aquilo que mais amava.

Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto resistiram em obedecer a ordem de o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel, mas eles sabiam que se eles não fizessem algo, sua desgraça levaria a desonra do clã Curva do Rio da Gruta Escura, e isto eles não podiam permitir, porque este tipo de desonra não é algo fácil de aceitar e se não bastasse isto, aqueles Drows continuariam a envenenar a água do rio, a matar pessoas inocentes e a destruir tudo aquilo que o clã lutou anos e anos para construir.

E diante disto Madria, portadora dos ensinamentos de Moradin, zelosa e cuidadora dos enfermos e doentes, curandeira de nossos guerreiros e guardiões, aquela que possuía o toque da cura e Tordrek, o escudo de Moradin, o escudeiro dos fracos e destinatário dos toques divinos de Moradin, paladino do que era certo e correto partiram e começaram a acionar as bombas, que iam aos poucos destruindo as passagens caverna abaixo e colocando um fim nos Drows remanescentes e acreditavam terem escapado da ira Martelo da ira de Zuriel o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã.

O retorno até o clã levou dias, senão semanas para acontecer. E relatos dos dois sobreviventes informavam que durante todo o percurso, apesar de todas as explosões e destruição que causavam pelo caminho que eles faziam, era possível ainda escudar o barulho que emanava dos crânios daqueles Drows morrendo pelo martelo Irusquien. Se não bastasse, dizem até hoje que se você retornar até onde o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel ficou para lutar, você poderá ver seu espírito descansado e feliz, pois cumpriu com seu papel e salvou a vida de nosso clã, como nenhum outro fez. Dizem ainda que depois disto, nenhum outro mal ousou surgir das profundezas da caverna, pois todos sabiam que aquele local era guardado por ninguém menos que o líder Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel.

E esta, minhas crianças, é o épico de Irusquien, herói e guerreiro de nosso clã, portador do Martelo da ira de Zuriel descendente e filho de Makior, senhor das forjas e ferreiro, campeão de nosso clã Curva do Rio da Gruta Escura e de Zequira, uma boa mãe e amante de seu marido, uma senhora digna de ser mãe de seu grande filho.

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